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FAI apresenta projeto em workshop do Plano Inova Agro no RJ
Iniciativa de fomento da FINEP e BNDES pode destinar R$ 3 milhões para desenvolvimento de pesquisa tecnológica na instituição em parceria com empresas regionais
Quinta-Feira, 24 de Outubro de 2013
por Daniel Torres de Albuquerque - Colaborou: FINEP
O diretor geral da FAI, Márcio Cardim, esteve no workshop do Plano Inova Agro, da FINEP, no Rio de Janeiro, acompanhado do pesquisador e diretor da empresa SmartBio Tecnologia (empresa parceira), Éder Giglioti, do vice-diretor da FAI, Wendel Soares e dos representantes da Usina Bioenergia do Brasil, de Lucélia (empresa líder), a pesquisadora Elaine Bovi e o diretor-presidente da empresa, Pasqual Micali
foto de Arquivo pessoal

As Faculdades Adamantinenses Integradas (FAI) foram representadas no workshop do Plano de Apoio Conjunto Inova Agro, uma iniciativa destinada à coordenação das ações de fomento à inovação e ao aprimoramento da integração dos instrumentos de apoio disponibilizados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), na cidade do Rio de Janeiro (RJ) na última segunda-feira, 21.

O diretor geral, Prof. Dr. Márcio Cardim e o vice-diretor, Prof. Dr. Wendel Cléber Soares, defenderam projetos regionais a serem financiados pela FINEP e o BNDES em que a FAI se encaixa como Instituição Científica e Tecnológica (ICT) a fim de apoiar empresas ligadas ao agronegócio no desenvolvimento de novas tecnologias e produtos na Nova Alta Paulista.

“A instituição só tem a ganhar a partir do momento em que estratégias de projetos de pesquisa são traçadas e fortalecidas. Com esse mecanismo, avançando na pesquisa, todo ensino ganha, seja de graduação ou pós-graduação. A pesquisa alavanca o conhecimento e o nosso aluno será melhor formado quanto mais pesquisas houver na instituição”, destacou Cardim.

Finalidade

Segundo a própria FINEP, as finalidades do Plano Inova Agro são apoiar empresas brasileiras no desenvolvimento e no adensamento das cadeias produtivas de insumos para a agropecuária (exceto cana-de-açúcar), incluindo os agroquímicos e seus princípios ativos, o melhoramento genético animal e vegetal, as tecnologias associadas à saúde animal, bem como unidades de demonstração, além de apoiar o desenvolvimento de produtos e processos da indústria de alimentos (exceto cana-de-açúcar e derivados), incluindo inovações em alimentos funcionais, aditivos alimentícios e embalagens com novas funcionalidades.

Participam do processo de seleção empresas brasileiras que tenham interesse em empreender atividades de inovação aderentes às linhas temáticas (insumos, processamento e máquinas e equipamentos para o agronegócio), bem como em produzir e comercializar os produtos e serviços resultantes dessa atividade.

Podem apresentar propostas de planos de negócio empresas e/ou grupos econômicos que apresentem receita operacional bruta igual ou superior a R$ 16 milhões ou patrimônio líquido igual ou superior a R$ 4 milhões no último exercício, chamadas de “Empresas Líderes”, podendo fazê-lo individualmente ou em parceria com empresas de qualquer porte ou Instituições Científicas e Tecnológicas (ICTs). As empresas que não preencherem os requisitos financeiros poderão participar da seleção na condição de “Empresa Parceira”, mas sua participação no processo seletivo estará condicionada à formalização de parcerias com as Empresas Líderes.

“A importância de a FAI participar de um evento como esse é que aqui [no Inova Agro] está o top das empresas ligadas ao agronegócio e também à pecuária. Considerando que a FAI tem os cursos de Agronegócio, Agronomia, Medicina Veterinária e o fato de ela estar participando desse grupo de empresas e Instituições de Ciência e Tecnologia junto com a Embrapa, com USP, com universidades federais de diferentes regiões do país, significa que ela foi selecionada para estar aqui e esse é o ponto importante do reconhecimento do papel que a FAI tem e do que ela pode fazer pela região”, observou o pesquisador e diretor da empresa adamantinense SmartBio Tecnologia, Éder Antônio Giglioti, que também é docente da FAI.

A expectativa é que, com a parceria aprovada pela FINEP e o BNDES, a FAI consiga R$ 3 milhões para o financiamento de pesquisa e o desenvolvimento de novas tecnologias com empresas instaladas na região. “[Esse recurso será usado] para desenvolver pesquisa e ter de 40 a 60 alunos bolsistas sendo capacitados e tendo atividades junto a cinco ou seis empresas no desenvolvimento de um projeto macro que traz o diferencial de que são várias empresas trabalhando juntas para uma solução única para o problema de pragas das culturas da soja, milho e algodão no Brasil, desde o DNA até softwares. Uma vez isso instalado na FAI, o projeto pode ser usado como modelo pelas áreas da saúde, Engenharia Ambiental, Medicina Veterinária, o que alavanca todos os cursos”, emendou o pesquisador.

Uma das Empresas Líderes da região que apresentaram propostas de negócio no Plano Inova Agro foi a Usina Bioenergia do Brasil, de Lucélia, representada pelo seu diretor-presidente Pasqual Marco Antonio Micali e a pesquisadora Elaine Cristina Vicente Bovi. Mais de 300 empresas de todo o país apresentaram propostas e mais de 160 ICTs defenderam projetos durante o workshop.

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